Todas as pessoas deveriam poder ser felizes todos os dias, do amanhecer ao anoitecer. Todas as pessoas, deveriam ser capazes de sorrirem todos os segundos do relógio, pois eu sei que um dia isto acaba...um dia, simplesmente fechamos nossos olhos e não mais veremos o mundo...nunca mais amanhecerá para nós. Nunca mais veremos as estrelas em noites de verão. Nunca mais poderemos sentir as brisas do vento...Um dia, simplesmente Acabou! E adormecemos para todo o sempre!
Então, sim...eu aprendi a dar muito valor à vida! Muito valor ao tempo que eu gasto desnecessariamente, como se bem no fundo de mim, algo me gritasse que eu não tenho muito mais anos para gastar... Não sei, ninguém pode saber! Mas sabes aquelas pessoas que sentem que não pertencem aqui? Eu sou assim...sempre fui!
Talvez eu não tenha mesmo tantos anos assim...e por isso faço intenções de realizar quase tudo o que era suposto eu realizar...
Mas tenho estes dias em que a minha cabeça simplesmente não aguenta e tu não respeitas isso.
Depois de tudo o que eu vivi...se tu pudesses ver como um trailer de um filme inacabado, se tu pudesses imaginar todos os lugares onde eu estive, todas as pessoas que eu conheci, tudo o que eu ultrapassei...questionares-te-ias como sobrevivi!
21 anos, são 210 anos na minha mente, me sinto muito cansada às vezes. Então não questiones meus dias difíceis, porque acredita..difícil mesmo, é sobreviver dentro de mim. Difícil é respirar dentro de um corpo que às vezes vive em confronto comigo própria e me tenta sufocar ao mesmo tempo que luta para encontrar oxigénio. Difícil é olhar para trás e não encontrar vestígios, da pessoa que eu fui no passado, no agora. Difícil, difícil é ter de conviver comigo própria todos os segundos e ainda sorrir para o mundo, cuidar do mundo sem saber cuidar de mim.
Preciso de parar às vezes... de ouvir 100x a mesma música quando tu não entendes o porquê de eu o fazer. Ouvir a mesma música tantas vezes é como poder parar um pouquinho no tempo. Ficar em silêncio comigo própria, a olhar para nada, para ninguém.
Não estranhes quando eu me quiser isolar do mundo...eu sou um pouquinho como aqueles bichinhos que necessitam hibernar. Preciso me desligar um momento para poder regressar depois! Pois tu não sabes como por vezes, as vozes me ensurdecem...como o toque das chamadas me incomoda, como o simples barulho dos carros ao longe me perturba.
Não te zangues quando eu dormir muitas horas...às vezes eu preciso, para poder acordar depois e não desejar morrer durante uns tempos. Preciso me desligar da vida para poder dar-lhe valor novamente.
Lamento...lamento ser assim. Por ti, por todas as pessoas que abandonei, por mim também. Mas se eu não fosse assim, já teria morrido por não aguentar. Lamento que não entendas...que não saibas lidar comigo. Lamento ser o pior para poder ser o melhor depois...Quebraram as minhas asas à muito tempo atrás e eu apenas tento sobreviver rastejando!
domingo, 18 de maio de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Esta noite está tão silenciosa, parecendo como se os anjos estivessem a guardar a Terra em seus braços para poderem regressar a casa.
A vela acesa ao meu lado, assemelha-se à única coisa realmente viva, realmente quente neste quarto...e eu preciso de algum calor, de conforto no meu peito.
Estrelas, eu precisei de tanta força para não cair que acho que caí na minha própria força! Tem momentos que eu não consigo nem respirar de tanto gelo que construí...tem momentos que eu sinto como se necessitasse de uma bóia de salvação que me faça sentir algo mas quando eu sinto, meus pedacinhos de cristal mal colados, estilhaçam-se novamente no chão e eu fico sem nada! E não há nenhuma prece que me salve...depois de tantos empurrões, afogamentos e destruições, meu coração quebrou-se para todo o sempre!
Há um mar de dor que me empurrou para uma ilha deserta onde tive de sobreviver sozinha e não acho que seja capaz de voltar a ser quem eu era...
Às vezes olho pela janela e apetece-me saltar...tentar acreditar, absurdamente, que consigo voar e ir para algum lado sem nenhum lugar, na verdade, para onde ir! E então fico...fico pois não seria melhor em lugar algum do que é aqui... A verdade é que pela primeira vez, eu tenho tudo...mas esse tudo chegou tão tarde...tarde demais estrelas! A Rainha Branca de Neve que vocês conheceram não é mais Rainha de nada, não sente mais carinho pelo frio nem pelas noites...não caminha mais por entre ruas intermináveis em busca do caos. A borboleta que vocês amaram, não tem nem asas brancas nem asas negras...simplesmente transformou-se numa lagarta sem forma nem vida. E nenhuma estrela continua esperando por mim...elas desistiram de mim...VOCÊS desistiram de mim no momento que eu desisti de mim própria!
Estou a habitar onde os anjos mortos habitam, estou falando onde as paredes só ecoam e estou brilhando numa plena escuridão sem espectadores para me verem vencer!
E subitamente a chama da vela vai adormecendo...parece que o Diabo joga direitinho do jeito dele...brincando com o paraíso, me fazendo odiar o quase perfeito!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Quantas vezes eu me senti insuficiente para ti? Quantas vezes eu pensei que tu estarias melhor se eu desaparecesse? Quantas vezes meu coração morreu só por ter magoado o teu? Quantas vezes, eu me senti culpada por todos os teus erros?! Tu poderias contar? Certamente não...pois até eu já perdi a conta!
E tu não fazes ideia de quantas vezes eu fiquei me olhando no espelho colocando defeitos em meu rosto, em meu corpo...tentando perceber o porquê de não me amares. Não imaginas quantas e quantas vezes eu tentei escrever mentalmente todas as nossas discussões para perceber onde eu tinha errado.
Eu sempre encontrava falhas em mim que preenchessem as tuas próprias falhas e tão cega, não vi que os erros eram teus e não meus.
Naquele verão as coisas mudaram...porque eu culpei-me tanto, odiei-me tanto que ou morria realmente ou me fortalecia. Me fortaleci porque tu não merecias minha morte! Naquele verão, nós fomos até aos limites que nenhuma relação aguentaria...Nosso Adeus foi verdadeiro, pela primeira vez em tantos adeus sem sentido. Não sei se algum dia serei capaz de escrever sobre isso...sabes, escrever de verdade, com todos os sentimentos que senti e como me senti perdida. Talvez um dia...
Agora, eu tentei estar ao teu lado e apesar de toda a minha frieza e distancia, eu estava me aproximando agora...Porque estragaste tudo?
Teu tom de voz agressivo não me assusta mais, mas me afasta. Tua falta de educação, me faz virar-te as costas. Tua incapacidade de ver que erraste e atirares-me os erros, me dá vontade de sair pela porta e jurar-te que nunca mais me verias!
Não é mais o passado....eu não mais me movo por lagos de lágrimas infindáveis nem me perco em traços de sangue marcados em meu corpo por um amor que eu sei que será eterno, mas não sei se a sua história será. Quando eu errar, tu irás ouvir um pedido de desculpa da minha boca...terei toda a humildade para te fazer ficar e compensar pelos meus erros. Mas nunca mais, em nenhum tempo da tua vida, tu conseguirás fazer-me sentir culpada por obras tuas mal executadas...Teu tempo de me oprimires, acabou...
Talvez tu nunca mudes...talvez tu continues a ser tão cega assim mas então o futuro não terá mais lugar para nós. E lamento por isso
E tu não fazes ideia de quantas vezes eu fiquei me olhando no espelho colocando defeitos em meu rosto, em meu corpo...tentando perceber o porquê de não me amares. Não imaginas quantas e quantas vezes eu tentei escrever mentalmente todas as nossas discussões para perceber onde eu tinha errado.
Eu sempre encontrava falhas em mim que preenchessem as tuas próprias falhas e tão cega, não vi que os erros eram teus e não meus.
Naquele verão as coisas mudaram...porque eu culpei-me tanto, odiei-me tanto que ou morria realmente ou me fortalecia. Me fortaleci porque tu não merecias minha morte! Naquele verão, nós fomos até aos limites que nenhuma relação aguentaria...Nosso Adeus foi verdadeiro, pela primeira vez em tantos adeus sem sentido. Não sei se algum dia serei capaz de escrever sobre isso...sabes, escrever de verdade, com todos os sentimentos que senti e como me senti perdida. Talvez um dia...
Agora, eu tentei estar ao teu lado e apesar de toda a minha frieza e distancia, eu estava me aproximando agora...Porque estragaste tudo?
Teu tom de voz agressivo não me assusta mais, mas me afasta. Tua falta de educação, me faz virar-te as costas. Tua incapacidade de ver que erraste e atirares-me os erros, me dá vontade de sair pela porta e jurar-te que nunca mais me verias!
Não é mais o passado....eu não mais me movo por lagos de lágrimas infindáveis nem me perco em traços de sangue marcados em meu corpo por um amor que eu sei que será eterno, mas não sei se a sua história será. Quando eu errar, tu irás ouvir um pedido de desculpa da minha boca...terei toda a humildade para te fazer ficar e compensar pelos meus erros. Mas nunca mais, em nenhum tempo da tua vida, tu conseguirás fazer-me sentir culpada por obras tuas mal executadas...Teu tempo de me oprimires, acabou...
Talvez tu nunca mudes...talvez tu continues a ser tão cega assim mas então o futuro não terá mais lugar para nós. E lamento por isso
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
“Discretamente, enviei sinais de socorro aos amigos. Ninguém ajudou. Me virei sozinha. Isso me endureceu um pouco mais. Não foi só você, não. Foram também pessoas até mais íntimas, me virei sozinha com enormes dificuldades. Não me lamuriei. Mas preciso que as pessoas saibam que isso doeu — exatamente porque algumas destas pessoas importam para mim.”
sábado, 25 de janeiro de 2014
O tempo não pára e envelhecemos ao som dos ponteiros do relógio.
Tantos projectos que perdi ao longo dos anos, tantas certezas que, duramente, aprendi a não ter...
Tão injusto para alguém com a minha idade, eu devia ser igual a todo o mundo. Acreditando em contos de fadas e me apaixonar por olhos bonitos que se cruzassem comigo na noite. Deveria ser assim porque eu tenho 21 anos.!
Chegar na minha vida, mexer e remexer como se eu fosse uma gaveta atulhada de roupa desnecessária...mudar leis e ideais que eu tinha como certos na vida. Sei lá..Construir um EU diferente! Sem autorização nem pedido de licença!
Nem 1milhão de perdões podem anular o que fizeste comigo!
E tem momentos...sabes, nesses nossos pequenos momentos de desacordo, que eu vejo como nada será perfeito depois de quebrado. Nós tentamos nos ajeitar, construir paredes para manter as tempestades do outro lado mas ainda existem as ranhuras de uma história que virou cinzas.
Depois de tudo que eu chorei, não sobrou uma única lágrima em mim. Depois de todo o sangue que meu coração largou por ti...não resta nenhum bater. É assim que eu me sinto! Como um pássaro preso na gaiola que um dia chamou de lar.
Quando eu me olho no espelho e lembro da louca do verão passado...não me reconheço nessa pessoa. É como se eu estivesse assistindo um filme de um guião terrível e sinceramente, odeio a personagem!
Como eu me tornei naquilo? ! Mas muito obrigada por tudo o que destruíste. Desligaste a minha humanidade para que nunca mais regresse.
Então por favor se for para errar, vai embora. Se for para queimar...deixa arder tudo agora! Antes que eu faça te atirares da ponte com minhas palavras duras porque acredita...
Uma rapariga de coração quebrado é perigosa,
Mas uma mulher sem coração é diabólica!
Tantos projectos que perdi ao longo dos anos, tantas certezas que, duramente, aprendi a não ter...
Tão injusto para alguém com a minha idade, eu devia ser igual a todo o mundo. Acreditando em contos de fadas e me apaixonar por olhos bonitos que se cruzassem comigo na noite. Deveria ser assim porque eu tenho 21 anos.!
Chegar na minha vida, mexer e remexer como se eu fosse uma gaveta atulhada de roupa desnecessária...mudar leis e ideais que eu tinha como certos na vida. Sei lá..Construir um EU diferente! Sem autorização nem pedido de licença!
Nem 1milhão de perdões podem anular o que fizeste comigo!
E tem momentos...sabes, nesses nossos pequenos momentos de desacordo, que eu vejo como nada será perfeito depois de quebrado. Nós tentamos nos ajeitar, construir paredes para manter as tempestades do outro lado mas ainda existem as ranhuras de uma história que virou cinzas.
Depois de tudo que eu chorei, não sobrou uma única lágrima em mim. Depois de todo o sangue que meu coração largou por ti...não resta nenhum bater. É assim que eu me sinto! Como um pássaro preso na gaiola que um dia chamou de lar.
Quando eu me olho no espelho e lembro da louca do verão passado...não me reconheço nessa pessoa. É como se eu estivesse assistindo um filme de um guião terrível e sinceramente, odeio a personagem!
Como eu me tornei naquilo? ! Mas muito obrigada por tudo o que destruíste. Desligaste a minha humanidade para que nunca mais regresse.
Então por favor se for para errar, vai embora. Se for para queimar...deixa arder tudo agora! Antes que eu faça te atirares da ponte com minhas palavras duras porque acredita...
Uma rapariga de coração quebrado é perigosa,
Mas uma mulher sem coração é diabólica!
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Aposto que se eu pudesse atravessar para esse lado, hoje te encontraria sorrindo. Sorrindo com aquele sorriso de vitória! Não dirias"eu avise-te" nem "eu ganhei" nem nenhuma dessas frases feitas que tanto eu quanto tu odiamos. Mas sorririas... E sabes? Isso faria-me bem...
Porque lutar contra ti sempre foi fácil para mim. Ver-te perder, derrotar esses tais sorrisos, quebrar silêncios e instalar novas regras de jogo, era fácil mãe.
Agora eu não estou lutando contra ninguém...estou lutando por mim...e como se luta por algo que está perdido à muito tempo?!
É...não sei exactamente em que direcção vou, que caminhos tomar mas o futuro assusta-me. Tenho medo de perceber que falhei, que estava errada em minha escolhas e que nunca deveria ter fugido do meu passado.
Às vezes parece que tu sempre irás estar no meu caminho, para quebrar as coisas que eu construo...para me lembrar que os meus troféus são feitos de cinza e que eu sou uma ninguém sem a minha arma favorita.
E...bem, talvez tenhas razão...talvez eu não sirva para ter minha vida organizada. Talvez eu não consiga pertencer à multidão que observo todos os dias. Talvez eu devesse ter morrido à muito tempo atrás...
Talvez todos os que me acompanharam tivessem seu destino cruel marcado, pois mesmo quando tentam arduamente vencer, de alguma forma a vida fá-los perder.
Queria poder acreditar no teu Deus...Para lhe dizer o quanto ele é desprezível aos meus olhos, para que ele soubesse que trava a vida de pessoas maravilhosas com corações gigantes e que essas histórias de que Deus escolhe os melhores para a função de anjinhos é treta. Mas sabes? Eu não acredito...e ainda bem, porque senão iria odiá-lo mais do que odeio a ti e tu serias um grave erro de Deus.
A verdade é que eu estou indignada pela forma que as coisas acontecem...tentarem levar-me alguém que lutou tanto para ficar? Que foi o mais corajoso? O mais determinado?!
Mas depois eu paro e penso...grandes almas pertencem às estrelas...e talvez elas precisem dele! Mas estarei pedindo-lhes todas as noites, à meia noite, para que o deixem brilhar mais um pouco no mundo tão sombrio onde habitamos.
E tu mãe...podes sorrir, porque mesmo que eu falhe, à muito que eu venci...Eu sou melhor e meu coração tem amor e essa foi a minha vitória!
Porque lutar contra ti sempre foi fácil para mim. Ver-te perder, derrotar esses tais sorrisos, quebrar silêncios e instalar novas regras de jogo, era fácil mãe.
Agora eu não estou lutando contra ninguém...estou lutando por mim...e como se luta por algo que está perdido à muito tempo?!
É...não sei exactamente em que direcção vou, que caminhos tomar mas o futuro assusta-me. Tenho medo de perceber que falhei, que estava errada em minha escolhas e que nunca deveria ter fugido do meu passado.
Às vezes parece que tu sempre irás estar no meu caminho, para quebrar as coisas que eu construo...para me lembrar que os meus troféus são feitos de cinza e que eu sou uma ninguém sem a minha arma favorita.
E...bem, talvez tenhas razão...talvez eu não sirva para ter minha vida organizada. Talvez eu não consiga pertencer à multidão que observo todos os dias. Talvez eu devesse ter morrido à muito tempo atrás...
Talvez todos os que me acompanharam tivessem seu destino cruel marcado, pois mesmo quando tentam arduamente vencer, de alguma forma a vida fá-los perder.
Queria poder acreditar no teu Deus...Para lhe dizer o quanto ele é desprezível aos meus olhos, para que ele soubesse que trava a vida de pessoas maravilhosas com corações gigantes e que essas histórias de que Deus escolhe os melhores para a função de anjinhos é treta. Mas sabes? Eu não acredito...e ainda bem, porque senão iria odiá-lo mais do que odeio a ti e tu serias um grave erro de Deus.
A verdade é que eu estou indignada pela forma que as coisas acontecem...tentarem levar-me alguém que lutou tanto para ficar? Que foi o mais corajoso? O mais determinado?!
Mas depois eu paro e penso...grandes almas pertencem às estrelas...e talvez elas precisem dele! Mas estarei pedindo-lhes todas as noites, à meia noite, para que o deixem brilhar mais um pouco no mundo tão sombrio onde habitamos.
E tu mãe...podes sorrir, porque mesmo que eu falhe, à muito que eu venci...Eu sou melhor e meu coração tem amor e essa foi a minha vitória!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Seguro a respiração e contemplo os desastres que construímos.
É como se o céu estivesse em chamas por muito tempo....É como se uma parte de mim,
gostasse de o ver desaparecer.
Mundos paralelos colidem e as nossas vozes tentam sobrepor-se enquanto a tua perde a força.
Vá onde eu for, demónios de ti correm na minha sombra.
Monstros que não nos largam....
É tão hilariante quando os vejo com aquele olhar de admiração e até um pouco de inveja
sobre coisas que temos e quem somos.
Quase riu na cara deles...porque eles não conseguem ver além do material que ofusca
a visão de mentes pouco inteligentes..
Eles não conseguem ver como somos podridão e nada mais. Como tu estas tão vazia de tudo...
É incrivel olhá-los e saber que eles não imaginam como a mulher que eles tanto elogiam, todas as noites enlouquece na contagem de calorias que ingere.
Como eles não imaginam que esses lanches onde ela ri e se diverte, são a razão de ela se odiar por mais uma semana. Como eles não sabem que a educação exemplar que eu tive, foi a mesma que me queimou a alma...
Que nesta casa não há calor nenhum, brilho nenhum, sentimento nenhum...
Eles não sabem...e como poderiam saber perante um teatro tão bem encenado?!
E nós sabemos lá como eles vivem entre quatro paredes, como eles se devem odiar também...
Sabemos lá quais os demónios do mundo encantado deles.
Farsas...peões de dinheiro e boa imagem!
E eu riu deles mãe...
Eu riu...porque não tenho mais como chorar!
*2007
É como se o céu estivesse em chamas por muito tempo....É como se uma parte de mim,
gostasse de o ver desaparecer.
Mundos paralelos colidem e as nossas vozes tentam sobrepor-se enquanto a tua perde a força.
Vá onde eu for, demónios de ti correm na minha sombra.
Monstros que não nos largam....
É tão hilariante quando os vejo com aquele olhar de admiração e até um pouco de inveja
sobre coisas que temos e quem somos.
Quase riu na cara deles...porque eles não conseguem ver além do material que ofusca
a visão de mentes pouco inteligentes..
Eles não conseguem ver como somos podridão e nada mais. Como tu estas tão vazia de tudo...
É incrivel olhá-los e saber que eles não imaginam como a mulher que eles tanto elogiam, todas as noites enlouquece na contagem de calorias que ingere.
Como eles não imaginam que esses lanches onde ela ri e se diverte, são a razão de ela se odiar por mais uma semana. Como eles não sabem que a educação exemplar que eu tive, foi a mesma que me queimou a alma...
Que nesta casa não há calor nenhum, brilho nenhum, sentimento nenhum...
Eles não sabem...e como poderiam saber perante um teatro tão bem encenado?!
E nós sabemos lá como eles vivem entre quatro paredes, como eles se devem odiar também...
Sabemos lá quais os demónios do mundo encantado deles.
Farsas...peões de dinheiro e boa imagem!
E eu riu deles mãe...
Eu riu...porque não tenho mais como chorar!
*2007
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